A água à luz do Espiritismo

"A água, no mundo, não somente carreia os resíduos dos corpos mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas e, quando em movimento, sua corrente não só espalhará bênçãos de vida, mas constituirá igualmente um veículo da Providência Divina, absorvendo amarguras, ódios e ansiedades dos homens, lavando-lhes a casa material e purificando-lhes a atmosfera íntima." 
André Luiz (do livro Nosso Lar - Psicografia de Chico Xavier) 
 

economizar para não faltar
Em comemoração ao dia 22 de março, Dia Mundial da Água, decidimos postar algumas informações à luz da Doutrina Espírita, sobre o precioso líquido.
 
Ela assimila muitas substâncias e essências; recebe ao mesmo tempo o açúcar e o sal; impregna-se de todas as cores, sabores e cheiros. Seu principal fenômeno é o da dissolução. Mas, atentemos para o fato de que, a mesma água que sacia, afoga. Que amarga, alimenta. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas.

O espírito André Luiz, no livro Nosso Lar - capítulo No bosque das águas - informa que, "Na Terra quase ninguém cogita seriamente de conhecer a importância da água. A água é veículo dos mais poderosos para os fluidos de qualquer natureza. Empregada como alimento é remédio, como fluido criador, absorve em cada lar, as características mentais de seus moradores".

Num lar desajustado, o pensamento desequilibrado de seus moradores poderá impregnar a água de fluidos doentios, o que poderá desajustar o campo celular dos que aí residem.

Quando beberdes a água, não vos esqueçais da parcela divina que vibra dentro dela em expressão de luz. Ela guarda no seu aconchego a força que restaura e harmoniza todo o mundo celular, desatando a energia em todos os campos do metabolismo e desobstruindo inumeráveis caminhos no mundo da carne para o desafogo orgânico dos restos imprestáveis para a forma física.
 
No livro - Saúde, o espírito Miramez informa que, a água pura das correntezas de um rio, é festejada pela mansuetude do magnetismo do vento e que, nas grandes cidades, a água viaja por canos impenetráveis pelo ar, o que faz com que perca muito das suas expressões e ensina uma prática dos iogues que ajuda a restituir-lhe a qualidade: Utilizando dois copos, passemos a água de um copo para o outro, fazendo com que ela entre em contato direto com o ar e, então, teremos a água revitalizada.
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Sobre o autor: Cele São Francisco de Assis

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