What The Bleep do we Know?


Oi gente,

Estou sabendo que anda rolando um filme bem legal por estas bandas daí chamado “Quem somos nós?”. Como bom curioso eu já me informei sobre o filme e já consegui o mesmo. Achei em um outro blog (http://www.cosmonauta.com.br/bleep/) um comentário bastante interessante, que copiei (pelo menos sou sincero) e postei aqui para aqueles que ainda não tiveram o prazer de assisti-lo. Então para quem ainda não viu o filme, se informe no CELE que sei que tem gente que pode consegui-lo.

"O homem é parte de um Todo chamado por ele mesmo de Universo: uma pequena parte, limitada no tempo e espaço. Ele se vê como algo separado do resto. Ilusão que o limita a desejos pessoais, condicionando sua afetividade a algumas e poucas pessoas de sua tribo. Libertar-se desta prisão deveria ser o objetivo, aumentando o círculo de compaixão para amar todas as criaturas vivas e a natureza, em toda a sua beleza e magnitude".

Albert Einstein

Amanda
A protagonista, é interpretada por Marlee Matlin, que se vê numa fantástica experiência ao estilo de 'Alice no País das Maravilhas', quando sua vida cotidiana, tão carente de inspiração, literalmente começa a desenredar-se, revelando o mundo incerto de valores ocultos, encobertos por uma realidade alarmante, que a maioria de nós considera normal.

Amanda é literalmente lançada em direção a um redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que encontra durante esta odisséia revelam um conhecimento mais profundo e oculto, que ela jamais percebera querer saber.

Assim como toda heroína, Amanda é mergulhada numa crise, passando a questionar as premissas fundamentais de sua vida - e percebe que a realidade na qual sempre acreditou, principalmente em relação aos homens, os relacionamentos com outras pessoas, ou, ainda, a maneira como seus sentimentos afetam seu trabalho, não faz parte, de fato, da vida real!!

À medida que Amanda aprende a relaxar vivendo essa experiência, ela se torna capaz de dominar seus temores, adquire sabedoria e conquista a chave dos segredos de todas as idades, tudo isso, de uma forma muito divertida. A partir daí, ela já não é mais uma vítima das circunstâncias, mas está a caminho de ser a grande força criativa de sua própria vida, que, por sinal, jamais voltará a ser a mesma.

Os quatorze cientistas e místicos entrevistados ao longo do módulo do documentário representam uma espécie de 'Coral Grego' dos tempos modernos.

Numa cena artística de dança, suas idéias são entremeadas, como se estivessem tecendo um tapete, usando a verdade como o fio da trama. Os pensamentos e as palavras de um dos membros do coral se misturam aos daquele que vem a seguir, acrescentando uma ênfase maior ao conceito intrínseco no filme, que se baseia na interligação de todas as coisas.
Os membros do coral atuam como se fossem anfitriões que vivem do lado de fora da história, e, a partir desta visão Olímpica, manifestam seus comentários a respeito das atitudes dos personagens que iremos descrever a seguir.

Eles também estão ali para apresentar as 'Grandes Questões' levantadas, tanto pela ciência, quanto pela religião, que dividem o filme em uma série de atos.

Conforme o filme transcorre, a distinção entre a ciência e a religião passa a ficar cada vez mais embaralhada, já que nos damos conta de que tanto a ciência, quanto a religião, na verdade, são parte de um único fenômeno.

O filme utiliza a animação para transmitir a intensidade do conhecimento radical que os avanços da ciência vêm revelando durante os últimos anos.

Seqüências poderosas em cinematic exploram o funcionamento interno do cérebro humano. Uma animação de natureza peculiar nos apresenta à menor fração de consciência existente em nosso corpo, a célula. Efeitos visuais deslumbrantes reforçam a mensagem central do filme, de uma forma contundente e poderosa.

Feitas com muito humor, precisão e irreverência, estas cenas são apenas uma pequena parte daquilo que torna esse filme tão ímpar no contexto da história do cinema, o que certamente fará dele INESQUECÍVEL.

1 Abraço

Fabiano

Comentários

  1. Realmente o filme é muito bom. As noções e conceitos de física quantica apresentados no mesmo me levaram a uma certeza sobre algo que sempre acreditei: Não preceisamos de religião ou Doutrina para alcançar-mos o conhecimento da Verdade.
    Muito bom, recomendo a todos.

    ResponderExcluir

Postar um comentário